Picada deixa mulher paralisada do pescoço para baixo

Natasha sofre de síndrome de Guillain-Barré, doença que causa lesões nos nervos do corpo
Natasha Porter, de 23 anos, está confinada a uma cadeira de rodas há quatro meses. A moça, que passava as férias na Austrália, no ano passado, foi picada por um mosquito que a deixou paralisada do pescoço para baixo. As informações são do site Daily Mail desta terça-feira (4)
No começo da viagem, Natasha começou a sentir seus braços pesados a ponto de não conseguir mais pentear os cabelos. Preocupada, ela foi a uma consulta médica e o médico disse que ela sofria apenas de ansiedade e estresse
No entanto, Natasha sentiu dormência em um dedo do pé e, quatro dias depois, mal conseguia andar. Em poucas semanas, ela desenvolveu a síndrome de Guillain-Barré, doença de origem autoimune caracterizada por causar lesões nos nervos periféricos, que se originam do encéfalo ou da medula espinhal. A doença pode prejudicar a respiração, uma vez que, a doença pode afetar os nervos que controlam os movimentos pulmonares. Geralmente, a síndrome costuma evoluir para surtos, cujos intervalos podem ser de semanas, meses ou até anos

Assim que souberam da notícia, os pais de Natasha foram até a Austrália para ajudar e dar apoio. A essa altura, ela só conseguia mover apenas a cabeça.    

— Eu não podia fazer nada. Precisava de ajuda para ir ao banheiro e para deitar na cama. É deprimente

O novo diagnóstico deixou Natasha bastante assustada, pois, segundo ela, nunca tinha ouvido falar nessa doença.  

— O médico disse que era potencialmente fatal, pois essa síndrome congela o diafragma causando problemas respiratórios

Segundo especialistas, cerca de 80% das pessoas conseguem se recuperar completamente após passar semanas em tratamento. Alguns casos chegam a levar anos 
Porém, Natasha conseguiu recuperar rápidos seus movimentos. Em semanas, ela foi capaz de mover um pouco os braços e a ficar em pé por alguns segundos com a ajuda de três enfermeiras
No fim do ano passado, ela conseguiu fazer viagens curtas e sem a ajuda da cadeira de rodas. E, em janeiro deste ano, já conseguiu se movimentar e até dançar



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